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Presidente do Tribunal Superior Eleitoral alegou que proporção está prevista no Código Eleitoral, mas que isto dependeria de um processo com provas. O https://flashtournaments.com do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Fux, considerou nesta quinta-feira (21) que a Justiça Eleitoral será capaz de eventualmente revogar o consequência de uma eleição se este consequência for resultância da difusão massiva de “fake news”, as notícias falsas. Também participaram do evento a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia.


Pro ministro Luiz Fux, se provado que a difusão de assunto inexato influenciou o efeito, a Justiça Eleitoral conseguirá revogar a votação com base em regras do respectivo Código Eleitoral, lei que disciplina os direitos políticos no país. “O postagem 222 do Código Eleitoral prevê que se o repercussão de uma eleição cada for fruto de uma ‘fake news’ difundida de modo massiva e influente no efeito, o postagem 222 prevê inclusive a anulação. É claro que isso busca um acervo probatório, uma cognição, conhecimento profundo daquilo que foi praticado. Mas a lei prevê este tipo de sanção”, considerou o ministro.


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O artigo 237, por sua vez, diz que serão coibidos e punidos “a interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade, em desfavor da liberdade do voto”. “Temos uma proteção penal enérgica que pode cancelar candidatura que obteve êxito com apoio em ‘fake news’. Tem uma norma geral no artigo 323 do Código Eleitoral.


O post 323 do Código Eleitoral considera crime eleitoral o ato de uma pessoa “divulgar, na propaganda, fatos que sabe inverídicos, em conexão a partidos ou candidatos e capazes de exercerem interferência perante o eleitorado”. http://www.nuwireinvestor.com/results.aspx?searchwords=social+media é de detenção de até um ano, e também multa. Questionado a respeito como a Justiça Eleitoral poderia invalidar uma eleição com base nessas regras, Fux esclareceu em entrevista que tal capacidade tem que ser decidida ao encerramento de um método, com provas e probabilidade de as partes envolvidas se manifestarem.


“Quem aprender que a eleição deva ser anulada com base por este equipamento, vai gerar a Justiça, vai ter tua fase probatória, vai ter intervenção do Ministério Público”, alegou. Ao longo da palestra, Fux assim como disse que a Justiça Eleitoral não vai agir com “desânimo” no confronto às “fake news”. Fux ressaltou que no conflito às “fake news”, a Justiça Eleitoral terá a toda a hora a angústia de cuidar a independência de avaliação e frase.


“O ponto que distingue uma coisa da outra é a má-fé, é a propaganda enganosa sabidamente inverídica, que circunstância prejuízo irreparável à candidatura alheia”, explicou. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, argumentou que o antídoto para notícias falsas é o “bom funcionamento da imprensa livre”, com jornalismo profissional. Para essa finalidade, propôs aumento da transparência para elaboração de notícias, educação digital das pessoas pra impossibilitar disseminação de conteúdo inexato, diversidade na detalhes e ferramentas pra detectar falsidades. “Não se corrigem abusos com abusos.


Entretanto liberdades são defendidas pelo teu exercício cidadão. Democracia se garante com mais e melhor democracia”, considerou a procuradora-geral. “Cumpre evitar reações http://www.examandinterviewtips.com/search?q=social+media de frase, a qual protege não só o certo individual daqueles que se manifestam, contudo bem como o justo coletivo de acesso à dica. Logo, cerceá-la constituiria o modelo característico de provável antídoto que causa prejuízo maior do que a doença”, afirmou.



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